Fazenda da Toca anuncia mudanças e reforço na pesquisa de sistemas de produção regenerativos

A história da Fazenda da Toca Orgânicos teve início em 2009, quando os seus idealizadores, Pedro Paulo Diniz e sua esposa Tatiane Floresti, em um movimento de busca para uma vida mais sustentável, decidiram trabalhar com agricultura orgânica.

Ao longo desses sete anos houve um enorme investimento de esforços em pesquisa aplicada e melhoria dos processos de produção, com a inclusão de conceitos agroecológicos, pesquisa nas áreas de educação, formação e gestão, bem como um grande esforço para ampliação do mix de produtos e distribuição, tendo sempre como objetivo a geração de impacto positivo nos pilares social, ambiental e econômico.

 

Diante disso, a Fazenda da Toca passa a focar os seus investimentos na produção e pesquisa de sistemas produtivos regenerativos e toma a decisão de parar o núcleo de produção láctea. Essa definição se deu após constatar que a cadeia de lácteos requer um alto nível de energia, esforço e investimento e que estava competindo com os esforços da pesquisa de sistemas regenerativos.

“Foi uma decisão dura e muito difícil, pois temos em mãos produtos diferenciados com alta qualidade, feitos de modo artesanal e que envolveu muita dedicação e esforço de toda nossa equipe. Mas, aprendemos que para operar no mercado de lácteos, que é extremamente competitivo, deveríamos ser uma empresa exclusiva de laticínios e, para isso, teríamos que abdicar daquilo que acreditamos ser a nossa maior vocação: desenvolver sistemas produtivos que geram vida e que criam coisas simples como o solo, que é o grande criador da biodiversidade. É isso que acreditamos ser o nosso maior valor para gerar impacto positivo e é aí que iremos focar nossos esforços. Em breve teremos muitas novidades para contar”, reforça Pedro.

A partir de agora, a biodiversidade e a alimentação rica, princípios que já eram inerentes ao propósito da Toca, ganham ainda mais relevância, espaço e assumem de vez o papel de protagonistas de uma história que tem como pilar o sistema regenerativo. Com isso, o foco estratégico passa a ser os investimentos na ampliação da produção agrícola e pesquisa para fruticultura e aviários, assim como o desenvolvimento e consolidação da capacidade de comercialização da marca.